sexta-feira, 19 de abril de 2013
terça-feira, 16 de abril de 2013
Resenha Crítica do Livro - "O MENINO MARROM"
Esse livro fascinante de Ziraldo, conta a história de um menino marrom, nome que se deu ao livro, mas o menino marrom não está sozinho, o menino cor-de-rosa aparece na história como inseparável e melhor amigo do menino marrom, e assim mostrar que a amizade e o companheirismo independe de qualquer fronteira, raça, classe social ou etnia; no decorrer do livro conta sobre diversos descobrimentos que os dois amigos compartilhavam, e como se deparavam com revelações sobre as diferentes colorações e grupos étnicos. O autor enfoca no fato das denominações que se dão na questão da cor da pele, e põe em discussão sobre o sentido das palavras, preto, branco, negro, claro, escuro, moreno, etc.
Os dois são inquietos e questionadores e procuram conhecer o porquê de tudo. A história conta com detalhes a personalidade e as características dos garotos, e como faziam para passar o tempo e se divertir nas horas vagas, mas também brigavam de vez em quando, uma interação normal entre dois amigos; conta também algumas das diversas coisas que descobriam na questão dos segredos que envolvem o colorido da vida, era o que os meninos mais se encantavam, descobrir o porquê de tudo, e especialmente se tratando de cores; e desse modo colocar a mente das crianças voltadas para essas questões de amizades e seus verdadeiros sentidos.
Outros personagens também aparecem no livro, mas são os meninos que tomam conta da história como protagonistas; e assim o autor traz junto com eles diversas alusões, metáforas, passagens que podem ser amplamente abordadas em sala de aula, e para o público infanto-juvenil.
A principal temática do livro é trazer questões sociais sobre a gama de raças e etnias que compõem a nossa sociedade, e esses temas são discutidos na obra de uma forma clara que possa ser interpretada para as crianças, e colocar em discussão sobre atitudes discriminatórias e intolerância racial, e assim cultivar nas crianças mensagens sobre os verdadeiros valores e sentidos da vida, como a verdadeira amizade e lealdade.
sábado, 6 de abril de 2013
RESUMO (Pag. 125 à 145)
Sexualidade em sala de aula: discurso, desejo e teoria queer
Ainda hoje o tema Sexualidade ainda é
considerado um tabu dentro das instituições de ensino. Todos os professores têm
consciência de que ao receber seus alunos, estes devem ser considerados como
pessoas puras, ou seja, sem pensamentos, em abstração.
Tendo isso em mente, devemos
compreender que a escola é responsável pela estruturação das identidades
sociais de forma geral, até mesmo na sexualidade.
Lidamos com a temática sexual
constantemente através dos meios de comunicação e a TV é o principal meio,
fazendo com que todos tenham visões diversificadas da sexualidade, portanto
cabe a todos os educadores se familiarizarem com todas as questões referentes à
sexualidade por necessidade de que a educação apresente visões alternativas
sobre a sexualidade. Os educadores têm a necessidade de se familiarizar
constantemente com outros discursos e teorias que possam apresentar
alternativas de compreensão de vida social.
A modernidade pode ser
entendida com um processo de formar pessoas de forma restrita e arbitraria. Com
o inicio do século XX, monoculturalismo ganha ênfase através de manifestações
realizadas pelos grupos de minoria (Gays, lésbicas, negros, feminismo, etc.),
colocando sob ataque a sociedade que os discriminavam.
Todavia, a visão
multi/intercultural se baseia na compreensão de que somos seres do discurso e
que somos constituídos pelos significados diversificados em que vivemos.
Devemos compreender que convivemos com
diversas culturas.
A palavra Queer tem significado
com ESTRANHO, queer também é uma forma antiga de se referir com agressividade
aos homossexuais, porém a palavra foi reformulada e enfim adaptada para virar
de ponta cabeça seu significado real.
A abordagem queer desestabiliza
a posição privilegiada de heteronormatividade, à qual é dado o direito de
tolerar outras sexualidades, tem o objetivo de não contemplar qualquer sentido
de normalidade para a sexualidade, inclusive da heterossexualidade. Essa
abordagem é muito mais transgressiva do que aquela que defende a política da
identidade calcada em visões essencialistas da sexualidade.
Evidentemente existem
professores que não se sentem à vontade ao discutirem o tema Sexualidade em
sala de aula por medo de serem taxados por terem algum posicionamento, falta
portanto algum preparo à eles.
Uma das características da
teorização é recusar qualquer essência para a sexualidade, uma vez que a
posição queer não se qualifica por uma atitude defensiva em relação à
sexualidade de qualquer gênero.
Não faz sentido a sociedade, ou
até mesmo educadores, prescreverem ou apresentarem debates ou idéias que
impeças as pessoas de procurarem sua felicidade na questão sexual, pois não
existe um modelo exato para que nos basearmos e apontarmos.
ALUNO: JOSÉ REINALDO GEROTTI JUNIOR
R.A: 6446312103
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Relatório: Sexualidade em sala de aula: discurso, desejo e teoria queer Gabriela da Silva Fernandes Letras - Português/Inglês R.A. 6451311765
Relatório: Sexualidade em sala de aula:
discurso, desejo e teoria queer
Mesmo a sexualidade sendo um tema debatido com propriedade no dia-a-dia, no âmbito escolar falar sobre sexualidade se mantém um tabu.
A explicação para essa situação provém dos ensinamentos culturais. Onde professores são treinados a anular o corpo de seus alunos. Como se eles fossem apenas mentes em desenvolvimento.
Esse padrão se baseia no fato de que o professor é ensinado a nunca fazer diferença entre seus alunos, o que causa um certo desconforto para os que se sentem fora do padrão.
Entretanto essa situação de "apagamento de corpo" não resulta necessariamente em uma falta de individualidade. A escola produz muitas identidades corporificadas.
A escola é notoriamente o primeiro espaço onde se criam identidades sociais de forma generificada,sexualizada e racionalizada, ou seja, une os iguais.
Apesar dos educadores serem treinados para não levar em conta a parte física dos alunos, na realidade não se pode negar a sexualidade,pois ela se mostra indispensável no contexto escolar.
Por muito tempo vista como um ato pervertido o debate da sexualidade é constante em nossa realidade atual. É cada dia mais comum programas de tv mencionarem,ou então serem destinados ao público GLBT. As tradições sociais mudaram,com o avanço da liberdade do desejo ,por assim dizer.
Entretanto,ainda estamos longe do respeito as diferenças,mesmo com tanta liberdade ainda nos deparamos com situações aterradoras de desrespeito.
Outro grande exemplo de mudança nos costumes sociais é a mentalidade das crianças,cada vez mais desenvolvidas. Apesar de muito jovens já têm noções específicas relacionadas a sexo, grande parte das vezes com conceitos machistas.
Faz parte da vida do educador se deparar com crianças se familiarizando com questões sexuais cada vez mais cedo. A sexualidade é um tema legítimo, não pode ser levada apenas a perversão, pois nossa sexualidade é um traço constitutivo de quem nós somos. Seja ela heterossexual ou homossexual.
A lógica monocultural é destinada à enxergar todos como iguais.
Já a lógica multicultural se dispõe das diferenças.
Nosso posicionamento social deixa de ser apenas o destino se apoderando de nossas vidas ,cada vez mais estamos nos familiarizando com histórias de vida que questionam percursos claros e únicos de expressão do desejo sexual.
Teoria queer : a palavra queer era uma forma ofensiva de nomear os homossexuais. Mas passou a significar teorias que buscam encontrar o real sentido da sexualidade.
Trabalhando os vários sentidos da sexualidade a teoria queer, em profundidade procura desconstruir a ideia de que a sexualidade não é simplesmente hétero ou menos homo,é simplesmente sexualidade (desejo).
A teorização busca encontrar respostas pertinentes que possam contribuir para resolução problemas em sala de aula.
Essa reflexão fará com que o âmbito escolar seja mais saudável, se livrando de discursos aprisionadores. E nos incentivando a passar de nível,concentrando nossos pensamentos em outras vertentes da diversidade humana.
Gabriela da Silva Fernandes
Letras - Português/Inglês
R.A. 6451311765
terça-feira, 2 de abril de 2013
O PRECONCEITO RACIAL NO BRASIL
O preconceito racial no Brasil infelizmente
ainda existe. Não há como se negar.
Os negros assim como os grupos menos
favorecidos como os Homossexuais, os Obesos, os Deficientes, etc., ainda
escutam comentários maldosos a seu respeito.
Obviamente algumas coisas mudaram em relação
ao preconceito racial, um exemplo disso é a criação de cotas para negros em
universidades, isso ainda é motivo para discussões onde nem todas as pessoas
aceitam, pois algumas pessoas não acreditam mais que os negros são uma classe
mais fragilizada como antigamente.
A origem do racismo no Brasil tem origem no período
colonial, quando os portugueses chegaram e trouxeram com eles os primeiros
negros. Com dificuldade em escravizar os índios, resolveram então usar os
negros como escravos nos engenhos de cana-de-açúcar.
Os brancos, ou chamados “Cara pálidas”,
achavam-se superiores aos negros e estes, os brancos, achavam que existiam um
grupo de pessoas que nasciam apenas para o trabalho, os negros, e que os mesmo
não possuíam alma e muito menos sentimentos.
Vendo esses fatos, os negros aceitaram o
destino que era predestinado à eles.
Felizmente, hoje em dia a sociedade
amadureceu, e percebemos que respeito é essencial para convivermos em harmonia,
sem discriminar negros de brancos...
Devemos compreender que não existe um povo
superior a outro.
A INFLUÊNCIA INDÍGENA NO BRASIL
Muitas pessoas acreditam ainda
hoje que os primeiros habitantes do território Brasileiro, foram os
Portugueses, porém enganam-se imensamente ao concordarem nisso.
As pessoas se esquecem de que
os Índios viviam em nosso território e de que desenvolveram alguns atos que são
visíveis ainda hoje.
Mesmo que a colonização
européia tenha praticamente dizimado toda a sociedade indígena, porém seus
conhecimentos e seus costumes, independentemente de qualquer ataque influenciaram
em alguns aspectos do povo brasileiro, a língua, a culinária, o folclore e o
uso de alguns objetos de origem indígena.
Durante o período colonial
teve-se destaque na língua Tupi-Guarani que era considerada como linguagem
fraca no interior brasileiro até meados do século XVIII.
Os índios são originalmente os primeiros habitantes do solo
brasileiro, eles se dividem em diversos povos de hábitos, costumes e até mesmo línguas
diferentes. Cada tribo possui sua identidade cultural, religião, crenças e
conhecimentos.
Tomemos como exemplo a tribo dos LANOMÂNIS,
que falam 4 línguas.
Os CARAJÁS por sua vez falam apenas 1.
Os GUARANIS transmitem sua cultura em artigos
de cerâmica e em rituais religiosos.
Já os TUPIS, acreditam serem dominados por um
ser supremo chamado MONAN.
Nota-se
que a diversidade cultural existente no Brasil tem suas raízes entre esses
povos também.
Durante a colonização, a cultura e os
conhecimentos indígenas foram importantes.
Um
exemplo disso é a influencia na chamada Língua Geral, linguagem derivada do
Tupi-Guarani com termos da língua portuguesa que serviu de língua fraca no
interior do Brasil até meados do século XVIII (com destaque nas regiões
paulista e amazônica).
Atualmente a língua brasileira possui inúmeros
termos da língua indígena.
Exemplos: Nomes de designação de animais e
plantas nativos (jaguar, capivara e o ipê).
- No
folclore recebemos influencia com os seres fantásticos como o Curupira, o
saci-Pererê, o Boitatá e a Iara.
-
Na culinária a herança indígena está presente na Mandioca, na Erva-Mate, no
Açaí, na Jabuticaba, nos peixes e até mesmo no Pirão.
Apesar de o território brasileiro ser vasto,
apenas algumas regiões, como o Norte.
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