Páginas

sábado, 4 de maio de 2013

Fases do desenvolvimento psicossexual


Fase oral (0 a 18 meses/2 anos)

  • Zona erogénia: boca
  • Instâncias: id e ego
  • Conflito: desmamo
Fase Oral
Na fase oral, o prazer sexual, predominantemente relacionado à excitação da cavidade oral e dos lábios, está associado à alimentação. Quanto à oralidade, durante os primeiros dezoito meses de vida, a pulsão caracteriza-se por: fonte=zona oral, alvo=incorporação, objeto=aquele da ingestão do alimento. A relação de objeto é organizada em torno da nutrição e colorida por fantasias que adquirem os significados de comer e ser comido (impulsos canibalescos). Portanto, a ênfase recai sobre uma zona erógena (oral) e uma modalidade de relação (incorporação). Karl Abraham sugeriu a fase sádico-oral como uma subdivisão da fase oral, de acordo com as seguintes atividades:
  • sucção -fase oral precoce de sucção pré-ambivalente
  • mordedura - fase sádico-oral concomitante à dentição, quando a incorporação adquire o significado de destruição do objeto devido à ambivalência instintual, ou seja, a coexistência de libido e agressividade, em relação ao mesmo objeto. Mastigar, morder e cuspir são expressões dessa necessidade agressiva inicial, a qual mais tarde pode desempenhar papel relevante nas depressões, adições e perversões.
Os conflitos orais são expressos através de sintomas como inapetência, vômito, hábito de ranger dentes, inibições da fala. Uma estrutura de caráter oral caracteriza-se por traços tais como a ganância, dependência, intolerância, agitação e curiosidade. A vivência de satisfação, postulada por Freud como a imagem do objeto externo satisfatório (capaz de dar um fim à tensões internas da fome), é responsável pela construção do desejo do sujeito e pela contínua busca do objeto que consiga repetir esta experiência primal.

Fase anal (18 meses/2 a 3/4 anos)

  • Zona erogénia: mucosa intestinal
  • Instâncias: id e ego
  • Conflito: ambivalência da dor e ambivalência do prazer
Fase Anal
Acompanhando a maturidade fisiológica para controlar os esfíncteres (2-3 anos de idade), a atenção da criança dirige-se da zona oral para a zona anal. Essa mudança proporciona outros meios de gratificação libidinal (erotismo anal) bem como de expressão da agressividade emergente (sadismo anal). A musculatura é a fonte do sadismo e a membrana da mucosa anal, a fonte da pulsão erótica de natureza anal. A pulsão sádica, cujo objetivo contraditório é (1) destruir o objeto e também, ao dominá-lo, (2) preservá-lo, coincide com a atividade, enquanto que a pulsão erótica-anal relaciona-se com a passividade. A interação entre esses dois componentes instintuais é a seguinte: ao alvo bipolar do sadismo corresponde o funcionamento bifásico (expulsão/retenção) do esfíncter anal e seu respectivo controle. Quanto ao comportamento da criança vis-à-vis o objeto, em "A Predisposição para a Neurose Obssessiva" (1913i) [SE, XII, 321], Freud diz: "Vemos a necessidade de intercalar uma outra fase antes da forma final - fase em que as pulsões parciais estão já reunidas para a escolha de objeto, em que o objeto é já oposto e estranho à própria pessoa, mas em que o primado das zonas genitais não se encontra ainda estabelecido." Karl Abraham sugeriu que a fase sádico-anal fosse sub-dividida em duas fases:
  • primeira fase - o erotismo anal está ligado à evacuação enquanto que a pulsão sádica tem por objetivo a destruição do objeto;
  • segunda fase - o erotismo anal está ligado à retenção e a pulsão sádica ao controle possessivo do objeto.
Desse modo, as polaridades entre erotismo/sadismo, expulsão/retenção são expressas em conflitos relacionados à ambivalência, atividade/passividade, dominação, separação e individuação. Excesso de ordem, parcimônia e obstinação são traços característicos do caráter anal. Ambivalência, desmazêlo, teimosia e tendências masoquistas representam conflitos oriundos desse período. Vários aspectos da neurose obssessivo-compulsiva sugerem fixação anal. Nesse estágio, os significados simbólicos de dar e recusar, atribuídos à atividade de defecação, são condensados por Freud na equação: fezes=presente=dinheiro

[editar]Fase fálica (3/4 a 5/6)


  • Zona erogénica são os genitais
  • Instâncias: idego e superego
  • Conflito: Conflito de Édipo-Electra
Fase Fálica
Pela primeira vez, em "A Organização Genital Infantil" (1923), Freud define a fase fálica (3-5 anos de idade), subsequente às fases oral e anal, que são organizações pré-genitais. Essa fase corresponde à unificação das pulsões parciais sob a primazia dos órgãos genitais, sendo uma organização da sexualidade muito próxima àquela do adulto (fase genital). Nos Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade (1905), Freud compara as fases fálica e genital: "Essa fase, que merece já o nome de genital, onde se encontra um objeto sexual e uma certa convergência das tendências sexuais sobre esse objeto, mas que se diferencia num ponto essencial da organização definitiva por ocasião da maturidade sexual: com efeito, ela apenas conhece uma única espécie de órgão genital, o órgão masculino… Segundo Abraham [1924], seu protótipo biológico é a disposição genital indiferenciada do embrião, idêntica para ambos os sexos." [SE, VII, CDROM] Assim, Freud postula que meninos e meninas, na fase fálica, estão preocupados com as polaridades fálico e castrado e acredita que as crianças não têm nenhum conhecimento da vagina nesse período. A descoberta das diferenças anatômicas entre os sexos (presença ou ausência de pênis) motiva a inveja do pênis nas meninas e a ansiedade de castração nos meninos, pois o complexo de castração centraliza-se na fantasia de que o pênis da menina foi cortado. A principal zona erógena das meninas localiza-se no clitóris que, do ponto-de-vista de Freud, é homólogo à glande (zona genital masculina). Klein, Horney e Jones consideram que a menina tem um conhecimento intuitivo da cavidade vaginal e os conflitos da fase fálica apenas desempenham uma função defensiva em relação às suas ansiedades relacionadas com a feminilidade.
Durante a fase fálica, a culminância do Complexo de Édipo (que conota a posição da criança numa relação triangular), segue diferentes caminhos para ambos os sexos, no processo de sua dissolução: ameaça de castração (meninos) e o desejo de um bebê como um equivalente simbólico do pênis (meninas).

[editar]Período de latência (5/6 anos a 11/12 anos)


  • Nenhuma zona erogénica associada
  • Instâncias: idego e superego
  • Conflito: Energia utilizada para desenvolvimento social e intelectual
Período de latência
O período de latência tem sua origem na dissolução do Complexo de Édipo, a qual ocorreu na fase fálica. Em "A Dissolução do Complexo de Édipo" (1924d) Freud diz: "Ainda não se tornou claro, contudo, o que é que ocasiona sua destruição. As análises parecem demonstrar que é a experiência de desapontamentos penosos… Mesmo não ocorrendo nenhum acontecimento especial tal como os que mencionamos como exemplos, a ausência da satisfação esperada, a negação continuada do bebê desejado, devem, ao final, levar o pequeno amante a voltar as costas ao seu anseio sem esperança. Assim, o complexo de Édipo se encaminharia para a destruição por sua falta de sucesso, pelos efeitos de sua impossibilidade interna. Outra visão é a de que o complexo de Édipo deve ruir porque chegou a hora para sua desintegração, tal como os dentes de leite caem quando os permanentes começam a crescer. " [SE, XIX, CDROM] Ainda que este período constitua uma pausa na evolução da sexualidade, este fato não significa necessariamente que a criança não tenha nenhum interesse sexual até chegar à puberdade, mas principalmente que não se desenvolverá nesse período uma nova organização da sexualidade. O surgimento de sentimentos de pudor e repugnância, a identificação com os pais, a intensificação das repressões e o desenvolvimento de sublimações são características do período de latência.

[editar]Fase genital (11/12 anos a 17/18 anos)


  • Zona erogénica são os genitais
  • Instâncias: idego e superego
  • Conflito: Interesse em papeis sociais e sexuais
Puberdade
Precedida pelo período de latência, a organização genital propriamente dita se instala na puberdade, quando as pulsões parciais estão definitivamente integradas sob a primazia genital específica de cada sexo. É o estágio final do desenvolvimento libidinal instintual. Nos Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade, Freud esclarece: "A diferença desta última reside apenas em que a concentração das pulsões parciais e sua subordinação ao primado da genitália não são conseguidas na infância, ou só o são de maneira muito incompleta. Assim, o estabelecimento desse primado a serviço da reprodução é a última fase por que passa a organização sexual." [ES, VII, CDROM] Fixações e regressões podem estancar o desenvolvimento libidinal e interferir na primazia genital e no funcionamento genital adequado na vida adulta.

Referências Bibliográficas:


Imagens:
Google Imagens

sexta-feira, 19 de abril de 2013

terça-feira, 16 de abril de 2013

Resenha Crítica do Livro - "O MENINO MARROM"

   

Esse livro fascinante de Ziraldo, conta a história de um menino marrom, nome que se deu ao livro, mas o menino marrom não está sozinho, o menino cor-de-rosa aparece na história como inseparável e melhor amigo do menino marrom, e assim mostrar que a amizade e o companheirismo independe de qualquer fronteira, raça, classe social ou etnia; no decorrer do livro conta sobre diversos descobrimentos que os dois amigos compartilhavam, e como se deparavam com revelações sobre as diferentes colorações e grupos étnicos. O autor enfoca no fato das denominações que se dão na questão da cor da pele, e põe em discussão sobre o sentido das palavras, preto, branco, negro, claro, escuro, moreno, etc.
   Os dois são inquietos e questionadores e procuram conhecer o porquê de tudo. A história conta com detalhes a personalidade e as características dos garotos, e como faziam para passar o tempo e se divertir nas horas vagas, mas também brigavam de vez em quando, uma interação normal entre dois amigos; conta também algumas das diversas coisas que descobriam na questão dos segredos que envolvem o colorido da vida, era o que os meninos mais se encantavam, descobrir o porquê de tudo, e especialmente se tratando de cores; e desse modo colocar a mente das crianças voltadas para essas questões de amizades e seus verdadeiros sentidos.
   Outros personagens também aparecem no livro, mas são os meninos que tomam conta da história como protagonistas; e assim o autor traz junto com eles diversas alusões, metáforas, passagens que podem ser amplamente abordadas em sala de aula, e para o público infanto-juvenil. 

  A principal temática do livro é trazer questões sociais sobre a gama de raças e etnias que compõem a nossa sociedade, e esses temas são discutidos na obra de uma forma clara que possa ser interpretada para as crianças, e colocar em discussão sobre atitudes discriminatórias e intolerância racial, e assim cultivar nas crianças mensagens sobre os verdadeiros valores e sentidos da vida, como a verdadeira amizade e lealdade.

sábado, 6 de abril de 2013

FOTOS 




                                                 EXCLUSÃO DO DEFICIENTE FISICO
                                                   


                                                  INCLUSÃO DA CRIANÇA ESPECIAL



                                                              MOVIMENTO GLBT




                                                           DESIGUALDADE SOCIAL



                                                   PRECONCEITO COM TATUAGENS




                                                                         RACISMO



                                                         DESIGUALDADE COM O IDOSO


                                                             UNIÃO DAS RELIGIÕES                                                          



                                                                    PROSTITUIÇÃO                    



                                                     IGUALDADE COM O ÍNDIO

RESUMO (Pag. 125 à 145)


Sexualidade em sala de aula: discurso, desejo e teoria queer

  Ainda hoje o tema Sexualidade ainda é considerado um tabu dentro das instituições de ensino. Todos os professores têm consciência de que ao receber seus alunos, estes devem ser considerados como pessoas puras, ou seja, sem pensamentos, em abstração. 
 Tendo isso em mente, devemos compreender que a escola é responsável pela estruturação das identidades sociais de forma geral, até mesmo na sexualidade.
 Lidamos com a temática sexual constantemente através dos meios de comunicação e a TV é o principal meio, fazendo com que todos tenham visões diversificadas da sexualidade, portanto cabe a todos os educadores se familiarizarem com todas as questões referentes à sexualidade por necessidade de que a educação apresente visões alternativas sobre a sexualidade. Os educadores têm a necessidade de se familiarizar constantemente com outros discursos e teorias que possam apresentar alternativas de compreensão de vida social.
 A modernidade pode ser entendida com um processo de formar pessoas de forma restrita e arbitraria. Com o inicio do século XX, monoculturalismo ganha ênfase através de manifestações realizadas pelos grupos de minoria (Gays, lésbicas, negros, feminismo, etc.), colocando sob ataque a sociedade que os discriminavam.
 Todavia, a visão multi/intercultural se baseia na compreensão de que somos seres do discurso e que somos constituídos pelos significados diversificados em que vivemos. Devemos  compreender que convivemos com diversas culturas.
 A palavra Queer tem significado com ESTRANHO, queer também é uma forma antiga de se referir com agressividade aos homossexuais, porém a palavra foi reformulada e enfim adaptada para virar de ponta cabeça seu significado real.
 A abordagem queer desestabiliza a posição privilegiada de heteronormatividade, à qual é dado o direito de tolerar outras sexualidades, tem o objetivo de não contemplar qualquer sentido de normalidade para a sexualidade, inclusive da heterossexualidade. Essa abordagem é muito mais transgressiva do que aquela que defende a política da identidade calcada em visões essencialistas da sexualidade.
 Evidentemente existem professores que não se sentem à vontade ao discutirem o tema Sexualidade em sala de aula por medo de serem taxados por terem algum posicionamento, falta portanto algum preparo à eles.
 Uma das características da teorização é recusar qualquer essência para a sexualidade, uma vez que a posição queer não se qualifica por uma atitude defensiva em relação à sexualidade de qualquer gênero.
 Não faz sentido a sociedade, ou até mesmo educadores, prescreverem ou apresentarem debates ou idéias que impeças as pessoas de procurarem sua felicidade na questão sexual, pois não existe um modelo exato para que nos basearmos e apontarmos. 

ALUNO: JOSÉ REINALDO GEROTTI JUNIOR
R.A: 6446312103

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Relatório: Sexualidade em sala de aula: discurso, desejo e teoria queer Gabriela da Silva Fernandes Letras - Português/Inglês R.A. 6451311765



Relatório: Sexualidade em sala de aula:
discurso, desejo e teoria queer

Mesmo a sexualidade sendo um tema debatido com propriedade no dia-a-dia, no âmbito escolar falar sobre sexualidade se mantém um tabu.
A explicação para essa situação provém dos ensinamentos culturais. Onde professores são treinados a anular o corpo de seus alunos. Como se eles fossem apenas mentes em desenvolvimento.
Esse  padrão se baseia no fato de que o professor é ensinado a nunca fazer diferença entre seus alunos, o que causa um certo desconforto para os que se sentem fora do padrão.
Entretanto essa situação de "apagamento de corpo" não resulta necessariamente em uma falta de individualidade. A escola produz muitas identidades corporificadas.
A escola é notoriamente o primeiro espaço onde se criam identidades sociais de forma generificada,sexualizada e racionalizada, ou seja, une os iguais.
Apesar dos educadores serem treinados para não levar em conta a parte física dos alunos, na realidade não se pode negar a sexualidade,pois ela se mostra indispensável no contexto escolar.
Por muito tempo vista como um ato pervertido o debate da sexualidade é constante em nossa realidade atual. É cada dia mais comum programas de tv mencionarem,ou então serem destinados ao público GLBT. As tradições sociais mudaram,com o avanço da liberdade do desejo ,por assim dizer.
Entretanto,ainda estamos longe do respeito as diferenças,mesmo com tanta liberdade ainda nos deparamos com situações aterradoras de desrespeito.
Outro  grande exemplo de mudança nos costumes sociais é a mentalidade das crianças,cada vez mais desenvolvidas. Apesar de muito jovens já têm noções específicas relacionadas a sexo, grande parte das vezes com conceitos machistas.
Faz parte da vida do educador  se deparar com crianças se familiarizando com questões sexuais cada vez mais cedo. A sexualidade é um tema legítimo, não pode ser levada apenas a perversão, pois nossa sexualidade é um traço constitutivo de quem nós somos. Seja ela heterossexual ou homossexual.
A lógica monocultural é destinada à enxergar todos como iguais.
Já a lógica multicultural se dispõe das diferenças.
Nosso posicionamento social deixa de ser apenas o destino se apoderando de nossas vidas ,cada vez mais estamos nos familiarizando com histórias de vida que questionam percursos claros e únicos de expressão do desejo sexual.
Teoria queer : a palavra queer era uma forma ofensiva de nomear os homossexuais. Mas passou a  significar  teorias que buscam encontrar o real sentido da sexualidade.
Trabalhando os vários sentidos da sexualidade a teoria queer, em profundidade procura desconstruir a ideia  de que a sexualidade não é simplesmente hétero ou menos homo,é simplesmente sexualidade (desejo).
A teorização busca encontrar respostas pertinentes que possam contribuir para resolução  problemas em sala de aula.
Essa  reflexão fará com que o âmbito escolar seja mais saudável, se livrando de discursos aprisionadores. E nos incentivando a passar de nível,concentrando nossos pensamentos em outras vertentes da diversidade humana.

Gabriela da Silva Fernandes
Letras - Português/Inglês
R.A. 6451311765

terça-feira, 2 de abril de 2013



O PRECONCEITO RACIAL NO BRASIL

 O preconceito racial no Brasil infelizmente ainda existe. Não há como se negar.
 Os negros assim como os grupos menos favorecidos como os Homossexuais, os Obesos, os Deficientes, etc., ainda escutam comentários maldosos a seu respeito.
 Obviamente algumas coisas mudaram em relação ao preconceito racial, um exemplo disso é a criação de cotas para negros em universidades, isso ainda é motivo para discussões onde nem todas as pessoas aceitam, pois algumas pessoas não acreditam mais que os negros são uma classe mais fragilizada como antigamente.
  A origem do racismo no Brasil tem origem no período colonial, quando os portugueses chegaram e trouxeram com eles os primeiros negros. Com dificuldade em escravizar os índios, resolveram então usar os negros como escravos nos engenhos de cana-de-açúcar.
 Os brancos, ou chamados “Cara pálidas”, achavam-se superiores aos negros e estes, os brancos, achavam que existiam um grupo de pessoas que nasciam apenas para o trabalho, os negros, e que os mesmo não possuíam alma e muito menos sentimentos.
 Vendo esses fatos, os negros aceitaram o destino que era predestinado à eles.
 Felizmente, hoje em dia a sociedade amadureceu, e percebemos que respeito é essencial para convivermos em harmonia, sem discriminar negros de brancos...
 Devemos compreender que não existe um povo superior a outro.